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Motivação & Inspiração

10 razões porque falhamos

Fracasso

Muitas vezes cometemos erros sem saber o verdadeiro motivo. Entenda melhor os verdadeiros motivos por trás de nossos erros.


Entenda melhor quais podem ser os verdadeiros motivos por trás de nossos erros

Luke: Eu não posso acreditar.

Yoda: É por isso que você falhou.

David DiSalvo está submerso em uma pesquisa sobre as características de influenciadores e empreendedores. E, quanto mais as possibilidades são questionadas, mais ideias surgem.

Com isso, ele resolveu se debruçar no motivo pelo qual falhamos, apesar de nós mesmos.

#1. Você falha porque você não acredita

A parte crucial desse diálogo de Yoda com Luke é sobre acreditar. O cérebro humano é uma poderosa ferramenta para solução de problemas e máquina de previsões, e opera em uma infinidade de padrões.

O que mais importa no ciclo em que o cérebro trabalha é o ciclo de entrada, aonde se inicia o processo de análise, avaliação e ação que termina em um resultado determinado.

Aqui está o xis da questão: se o seu ciclo de entrada para alcançar um objetivo não tem o componente crítico e emocionalmente relevante que é a crença, então ele já se transforma em algo irrelevante desde o início.

Resumindo, isso significa que, nunca chegaremos ao resultado desejado enquanto não acreditarmos que ele é possível.

#2. Outras pessoas te convenceram sobre a sua posição atual

Sempre imaginamos que o fato de saber o que queremos da vida já era uma condição inerente ao ser humano.

O problema é que muitas vezes, nós chegamos à conclusões, posições e crenças através de outras pessoas.

E essas pessoas, de alguma maneira, nos convencem que somos o que somos e que temos simplesmente que aceitar a nossa condição, porque esse é o curso da vida.

Mas quem disse que essa é a verdade?

#3. Você não quer ser um disruptor

A palavra disruptor acabou denotando um sentido muito pesado nas últimas épocas. Ao ler livros de psicologia e negócios, não sabemos, ao certo, se é uma boa condição ser um disruptor.

Mas uma coisa é certa: a ideia de ser perturbador (ou disruptivo) é assustadora para a maioria das pessoas. Por isso ela é percebida como uma ameaça pelo nosso cérebro.

Isso faz com que a certeza sobre a verdadeira necessidade de sermos pessoas disruptiva caia por terra, além de colocar o nosso cérebro em alerta máximo contra esse tipo de comportamento.

Muitas vezes falhamos porque não queremos romper com o status quo.

Muitas vezes falhamos porque não queremos romper com o status quo.

#4. Você tem medo de morrer amanhã

Todas as pessoas pensam na morte, seja diariamente, ou de tempos em tempos. E, com a mais absoluta certeza, qualquer um de nós pode realmente morrer amanhã – mais uma excelente razão para não perder tempo pensando nisso.

Você prefere morrer como mais um, levando consigo um monumento à sua mediocridade ou como alguém que nunca desistiu e viveu lutando?

#5. Você quer saber como será lembrado

O ponto de ruptura aqui é que, se você morrer amanhã, as pessoas vão lembrar de você como alguém que se agarrou à estabilidade como se ela fosse um colete salva-vidas existencial?

E, será que é assim que você quer ser lembrado?

Pior que muita gente quer ser lembrada assim, porque é um bom perfil de obituário: ser uma pessoa boa, bom amigo, bom isso, bom aquilo.

Bom é bom, mas não é excelente. Não é ser grandioso. Você não pode lutar por coisas grandiosas estando preso à mesmice e mediocridade.

O ponto aqui é: não há problema em saber como você vai ser lembrado, mas não deixe que pensamentos como bom, agradável e estável façam efeito sobre o seu comportamento.

#6. Você acredita que sua vida tem uma missão

Nós, seres humanos somos propensos a acreditar em algo que os psicólogos chamam de agente. Nós queremos acreditar que para tudo há uma razão, e que tudo tem um motor primário – o agente.

Então a gente pensa que se há uma razão para sermos o que somos é porque algum agente celestial determinou assim.

O erro aqui é claro: nós acreditamos que tudo ao nosso redor depende desse agente e que somos subordinados à sua vontade.

A primeira coisa a ser feita é entender que a sua vida tem apenas um agente que determina o papel que você vai cumprir por aqui: você.

Como você vai querer ser lembrado após a sua morte: como um acomodado, ou como alguém que soube arriscar?

Como você vai querer ser lembrado após a sua morte: como um acomodado, ou como alguém que soube arriscar?

#7. Sua carreira parece estar consolidada

Bem, talvez isso seja ótimo. A questão aqui é: será que a sua carreira está consolidada da forma que você queria?

Talvez a sua carreira seja apenas legal(zinha). Mas, carreira estabelecida significar que você não pode ir além de certos parâmetros impostos para alcançar qualquer objetivo, então isso não é nada útil.

Como a maioria das coisas, isso é uma escolha pessoal e que não tem nenhuma resposta certa ou errada. Mas vale a pena entender que você pode muito bem se estabelecer de conquistas maiores.

#8. Você tem medo de perder o que construiu

Estamos diante de um medo totalmente legítimo e que precisa ser chutado para fora de nossas perspectivas o mais rápido possível.

A verdade é que podemos perder tudo em um piscar de olhos (lembra o que Collor fez há alguns anos atrás, a crise de 2008 e todas as incertezas que já vivemos na economia?) e sem termos culpa nenhuma.

Por isso, porque vamos permitir que o medo de perder nos impeça de chegar em algum lugar, ou tomar alguma decisão?

Podemos perder tudo, podemos morrer amanhã, muitas coisas podem acontecer. Então vamos continuar avançando independentemente do que aconteça.

#9. Você acha que atingiu o seu limite

Se você não chegar a um ponto em sua carreira em que você acha que não vai progredir ainda mais, você precisa se concentrar na próxima etapa de sua vida.

O ponto é: esqueça todos os limites e foque na realização. Quando você começa a usar o limite como desculpa você vai deixar de progredir.

#10. Não saber aonde quer chegar

De todos os motivos esse é o mais difícil, porque aflige quase todos nós constantemente.

Preparar o nosso cérebro para aceitar a nossa realização é uma coisa, mas sem senso de foco e direção essa energia não vai acabar sendo muita coisa.

A experiência mostra que muitas vezes é preciso deixar o fluxo de energia sem um senso de direção tão firme, para então o nosso foco ir aumentando organicamente.

Feito isso, aí sim podemos alimentá-lo com um método mais estruturado para chegar a onde queremos.

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Este artigo foi adaptado do original, “The 10 Reasons Why We Fail”, da Forbes.

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