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Motivação & Inspiração

A neurociência por trás da motivação

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Quer se manter motivado independente dos problemas que aparecerem? O segredo está aqui


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Um boletim recente do treinador de gestão Jon Pralett explica que, quando se depara com uma situação difícil, seu cérebro reage de forma diferente quando você diz “eu sou” ao invés de “eu sinto”.

A pesquisa sugere que, quando a resposta de luta/fuga do nosso cérebro é ativado e nos tornamos conscientes de que, dizendo a nós mesmos “eu estou com raiva”, “eu estou frustrado”, ou “eu estou triste”, só estamos sendo suscetíveis a ligarmos nosso estado de aviso.

A razão é simples. Quando você diz “eu sou” você está fazendo uma declaração sobre a sua identidade, o que implica mais permanência do que emoção. Você está dizendo a si mesmo: “esse sentimento é quem eu sou”.

Por outro lado, se você caracterizar sua emoção como algo que você sente, isso não implica a permanência, uma vez que as emoções são passageiras.

Dizer “eu sinto” ao invés de  “eu sou” provavelmente resulte em:

Uma mudança mensurável no fluxo de sangue para fora do centro da luta/fuga, e grandes grupos musculares, para o córtex pré-frontal (PFC), a própria parte do cérebro que cultiva a empatia e resolução de problemas.

Há um outro nível, porém, que Pratlett não mencionou, que consiste em caracterizar suas emoções como algo que estamos fazendo,  em vez de sentindo, ou sendo. Compare essas 3 observações:

  1. Estou frustrado”.
  2. Eu me sinto frustrado”.
  3. Eu estou me frustrando”.

A terceira declaração coloca você no controle da emoção. Sim, você está sentindo isso, mas porque é algo que você está fazendo, você pode parar de fazer.

Em outras palavras, você está colocando a sua energia mental para resolver o problema da emoção negativa.

Em outras palavras, se você quer ser mais bem sucedido, treine seu cérebro para:

  • Caracterizar as emoções negativas como o que você está fazendo e não o que você está sentindo, ou quem você é.
  • Caracterizar as emoções positivas como quem você é, e não o que você está fazendo ou sentindo.

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Este artigo foi adaptado do original, “The Neuroscience of Motivation”, da Inc.

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