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Motivação & Inspiração

Um pequeno conto sobre startups

Empreendedorismo

Empreendedorismo não tem o mesmo significado para todas as pessoas. Em qual situação você se encontra hoje?


Empreendedorismo não tem o mesmo significado para todas as pessoas. Em qual situação você se encontra hoje?

João foi inspirado por um post em um blog que lhe incentivava a deixar o emprego e começar o seu próprio negócio. Ele obedientemente fez isso, disparando no mesmo momento um e-mail se despedindo de chefes e colegas de trabalho.

Tendo ouvido falar no conceito de ser independente do local, ele comprou uma mochila e saiu para o mundo. Que ideia era aquela de negócios e empreendedorismo? Como ele poderia fazer a sua vida?

Ele se assegurou em descobrir isso ao longo do caminho.

Maria comprou um monte de conteúdo online que nunca leu. Sempre que algo brilhante foi lançado ela comprou à procura de um elixir mágico que iria mostrar como ganhar dinheiro da noite pro dia.

Mas todas as manhãs ela checou e seu saldo bancário não havia mudado. Às vezes ela não tenha lido as matérias certas ainda.

Mas ela continua assinando matérias e revistas.

Matheus estava desesperado para se libertar de sua rotina de trabalho, mas ainda estava duvidoso quanto às possibilidades de se tornar um profissional autônomo ou empreender em algo.

Ele acreditava que tudo isso era uma fraude, uma enganação e, ficou satisfeito em ganhar um salário baixo para um trabalho que não lhe inspirava.

Com isso, ele canalizou a sua frustração para uma nova tarefa: fazer coro junto aos trolls da internet, deixando comentários em blogs de empreendedorismo e criticando pessoas que tinham sido bem sucedidas.

Infelizmente para Matheus, também havia muita concorrência nessa área.

Você já parou para pensar no empreendedor que se tornou?

Você já parou para pensar no empreendedor que se tornou?

Ana foi amadurecendo ideias diferentes, pedindo opiniões de empreendimento para as pessoas.

Seus amigos estavam todos empregados em grandes e tradicionalistas empresas e, por esse motivo, não estavam aptos para qualificar ou opinar sobre as suas ideias de negócios, mas em nome da amizade, para não magoar Ana, eles sempre diziam que a sua ideia era excelente.

Ele vivia pensando em novos projetos, mas sempre abandonava-os antes mesmo de inciá-los.

Raul criou uma conta no Twitter e não sabia a quem seguir, ou o que postar. Com isso, ele descobriu que, com uma pequena quantia em dinheiro ele poderia comprar 10 mil seguidores falsos.

Então ele se inscreveu em um serviço que envia mensagens a cada novo seguidor, pedindo para clicar em seus links ou curtir a sua página no Facebook. Isso não lhe trouxe nenhum dinheiro ou reputação, mas Raul estava orgulhoso.

Mais tarde, ele se tornou um consultor de mídias sociais.

Nicole concentrou seus esforços em como ela poderia conseguir todo o dinheiro que pudesse para começar o seu negócio.

Além de um empréstimo para pequenas empresas, ela se aproveitou do cartão de crédito para comprar uma franquia.

Somente depois que ela já tinha ido longe demais, foi que ela percebeu que tinha arrumado um grande problema pra si mesma.

A melhor maneira de prever  futuro é criá-lo.

“A melhor maneira de prever futuro é criá-lo”. Peter Drucker.

José planejou a fundo. Ele planejou seu caminho em muitas tardes e noites após o trabalho, pensando através de hipóteses e possibilidades. Seu plano de negócios, agora com 70 páginas tinha lotes de gráficos cuidadosamente desenhados.

O problema disso tudo foi que o planejamento nunca se traduzia em ação. A falsa partida não levou a nenhum começo de nada.

Ele continuou debruçado sobre a sua ideia, enquanto passou os melhores anos de sua vida fazendo alguém ficar rico.

Brenda seguiu por um caminho bem amparada: ela viu o que pessoas de sucesso estavam fazendo e então passou a copiá-las. O conceito, o produto, o design, o site e até mesmo as mensagens de e-mail foi feita para replicar o sucesso de outra pessoa.

Infelizmente Brenda subestimou a quantidade de trabalho que a esperava para ser uma pessoa de sucesso.

Ela desistiu, mas continuou a sua busca de outra empresa pra copiar.

Akira abraçou o desafio e o esforço. Ele amava o trabalho. Com o trabalho, ele começou a ganhar alguns clientes, que adorava.

Ele não estava com medo de investir, mas fez questão de absorver várias lições antes de comprar qualquer coisa.

Mais e mais, ele vivia se perguntando sobre como poderia melhorar.

Como posso servir meus clientes melhor?

O que posso oferecer ao mundo de melhor?

O que as pessoas precisam que eu posso oferecer?

Akira aprendeu sobre preços, sobre desenvolvimento de negócios e marketing. Ele planejava, mas colocava tudo em prática rapidamente.

Ele ia reinvestindo em seu negócio, criando uma empresa que foi feita por ele, mas que poderia existir sozinha.

Toda noite ele ia embora cansado pela rotina, mas energizado com as possibilidades do dia seguinte.

A sua jornada não era perfeita, mas era muito bonita.

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Este artigo foi adaptado do original, “A Tale of 9 Startups”, do blog do Chris Guillebeau.

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