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Política e Economia

Quem são os fabianistas e porque representam uma grave ameaça ao desenvolvimento econômico

Tarifas. Taxas. Impostos. Tributações. Eles estão por trás de tudo isso.


Socialismo fabiano refere-se a um conceito político desenvolvido pela Sociedade Fabiana, instituição fundada na Inglaterra no final do século 19, com uma agenda política de cunho completamente socialista. Seus objetivos são iguais aos defendidos pelos socialistas tradicionais, mas seus métodos diferem radicalmente. Não obstante, nem por isso são positivos, construtivos ou edificantes, muito pelo contrário. Sendo fundamentalmente socialista em toda a sua essência, a filosofia fabiana prejudica a classe produtiva da sociedade de forma exponencialmente excruciante. O que ela promove não deixa de ser uma forma letal de escravidão, ainda que muito diferente.

Os fabianistas são adeptos do gradualismo, ou seja, têm por intenção implementar de forma plena e distributiva o socialismo, mas acreditam em um conjunto de reformas capaz de realizar uma metamorfose gradual na sociedade humana, pois reconhecem a inviabilidade da imposição do socialismo pelos métodos tradicionais, a saber, força, violência, brutalidade e hostil interferência do estado, entre muitos outros artifícios agressivos, amplamente utilizados pelos revolucionários socialistas ao longo da história. Se você estava pensando em social–democracia, acertou. São eles mesmos.

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Mas por que os fabianistas representam uma grave ameaça ao desenvolvimento e ao progresso econômico?

Políticas socialistas e comunistas nunca visaram a expansão e os benefícios do livre mercado. Muito pelo contrário. Combatê-lo fervorosamente sempre esteve na agenda das ideologias políticas marxistas. Tanto o socialismo como o comunismo tem como intenção absoluta a total e plena soberania do estado em todos os assuntos. A sociedade serve ao estado, em um regime de escravidão. Embora a teoria socialista tenha um discurso muito diferente, na prática é exatamente isso o que acontece. A teoria seduz os ingênuos e os bem-intencionados, com a sua retórica de igualdade e justiça social, para torná-los escravos de um despotismo vil, pérfido e pernicioso. Mas onde o socialismo fabiano nos prejudica exatamente?

O socialismo fabiano têm por objetivo apropriar-se de boa parte das riquezas do setor produtivo da sociedade, para distribuí-los aos indivíduos não produtivos. Como consequência, as empresas ficam ostensivamente sobrecarregadas com uma enorme quantidade de impostos, taxas e tributos a serem pagos ao estado. Em decorrência disso, os produtos produzidos chegam ao mercado custando valores exorbitantes. Como ficam muito caros, a população deixa de consumir. Ao deixar de consumir, a economia entra em um sórdido e irreversível processo de estagnação. Ao entrar em um processo de estagnação, a produtividade das fábricas e das empresas cai drasticamente. A retração na demanda, por sua vez, interfere na produtividade, que fica reduzida ao mínimo. Para finalizar este processo de ruína social em larga escala, o desemprego aumenta de forma descomunal. Economicamente, o resultado é profundamente desastroso, trunca completamente o desenvolvimento do livre mercado, inibe todas e quaisquer possibilidades de progresso, desenvolvimento, e geração de empregos, e compromete de forma gravíssima a normalidade estrutural da sociedade. O que o Brasil vive hoje não deixa de ser uma consequência das políticas da social–democracia. De acordo com a versão mais recente do Índice de Liberdade Econômica do Heritage Foundation, somos mais socialistas do que a China, a Rússia, a Nigéria e o Quênia.

Não nos enganemos. O socialismo nos aprisiona. O livre mercado nos liberta.

Não nos enganemos. O socialismo nos aprisiona. O livre mercado nos liberta. Click To Tweet

Não nos enganemos. O socialismo nos aprisiona. O livre mercado nos liberta. Apenas indivíduos que adoram o estado, e vivem dele, defenderão a sardônica bravata de uma imunda retórica política que mantém a população inteiramente submissa a escravidão estatal.

Evidentemente, quem defende o liberalismo econômico não pretende que as classes sociais mais miseráveis e desfavorecidas fiquem desamparadas, nem que o estado as abandone ou relegue-as a própria sorte. De uma forma ou de outra, o estado não têm cuidado delas como deveria, mesmo com todo o assalto tributário que pratica contra a iniciativa privada. No entanto, definitivamente não cabe ao setor privado arcar com todos os custos do governo e da sociedade.

A verdade, expressa com clareza, de forma simples e direta, mostra que precisamos urgentemente do estado mínimo. É o melhor (e com toda a certeza o único) caminho para o desenvolvimento e para o progresso. Estamos cansados de sustentar o estado, todos os seus inúmeros privilégios, e não ter ninguém nas altas esferas políticas lutando pelos nossos interesses, nem levantando a bandeira do liberalismo econômico. Sustentar gestores públicos ociosos e improdutivos acabou com o Brasil. A social–democracia em nosso país serviu apenas para deixar servidores públicos ultra–ricos e a população na mais completa ruína. Agora está na hora de mudar. Precisamos de políticas econômicas que ressuscitem o país. Precisamos desenvolver a sociedade e o indivíduo dentro de todas as suas possibilidades. Estamos exauridos e cansados de trabalhar para sustentar o estado. Precisamos de menos estado, e mais liberdade. Está na hora de suplantar o retrocesso com a bandeira da livre iniciativa e do liberalismo econômico.

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