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O último dia do Social Media Week começou com uma discussão bem bacana sobre o potencial dos serviços de geolocalização. Para discutir o assunto, Juliana Lima (Apontador), Patrick Estrabom (It’s Digital) e João Carvalho (PontoMobi), moderados por Gabriel Jacob (EBP/FischerFala), falaram sobre como empresas podem explorar essa ferramenta e o quanto consumidores podem se beneficiar ao utilizar esses serviços.dcc bussola

O primeiro ponto a ser discutido foi se os serviços de geolocalização vieram para ficar ou não, se é modinha passageira. Na opinião dos debatedores, as ferramentas, que são bastante utilizadas pelas marcas no exterior (Estados Unidos, principalmente), têm um grande potencial por aqui. “A geolocalização não é uma coisa nova lá fora. No Brasil, está no começo e muitas oportunidades tendem a surgir com o crescimento do número de usuários por aqui”, disse Patrick. Aliás,  Juliana reforçou que esses serviços não ficam restritos ao celular. “Mesmo na web, quando determinado cliente de um banco entra em um site à procura de uma agência mais próxima, isso é geolocalização”. Além disso, ela também acredita que essas ferramentas vieram para ficar. “Assim como as pessoas querem compartilhar conhecimento na web hoje, elas estão mais dispostas a divulgar onde estão”.

Mas quando o papo é geolocalização, difícil a questão da privacidade não ser abordada. Segundo os participantes, muita gente ainda tem receio de fazer parte dessas redes sociais com medo de se expor. “A questão é o mesmo receio de quando outras redes chegaram por aqui, como o Orkut. Na época, tinha muita gente insegura sobre o quê publicar lá ou não”, opinou Patrick. “As pessoas precisam se conscientizar de que existem recursos onde você pode selecionar como e para quem você deseja compartilhar determinadas informações”.

“As marcas precisam se catequizar sobre o potencial e a importância dos serviços de geolocalização. Ao fazer um check-in, fica mais fácil para empresas estudar o comportamento de seus consumidores”.

 

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