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A teoria do funil na gestão de redes sociais


A teoria do funil na gestão de redes sociais se constitui, literalmente, na projeção de um funil ao longo da gestão das redes sociais por parte da empresa.

Trata-se de iniciar os trabalhos com uma gama maior de opções, estreitando esse leque em um segundo momento e, por fim, trabalhando somente com aquilo que “passou pelo funil”, ou seja, surtiu algum efeito e merece ser continuado.

As opções descartadas não precisam ser deletadas, mas podem ser aplicadas de uma nova maneira em outra situação.

Essa teoria se baseia em 3 pontos principais e que pequenas e médias empresas podem adotar na gestão de redes sociais. Ao compor uma estratégia de redes sociais, geralmente o número de canais a serem trabalhados, por exemplo, sempre é maior do que aquilo que realmente a empresa necessita. Essa seria a primeira parte, maior, mais densa, sendo “filtrada” mais tarde e, posteriormente, a empresa trabalharia apenas com aquilo que tem dado resultado.

Vamos aos 3 pontos estruturais:

1. Abertura do leque: o início do trabalho da empresa nas redes sociais

Nesse primeiro ponto, seja na escolha dos canais ou no conteúdo a ser publicado nas redes sociais, a empresa pode construir um leque com opções em maior número. Essas opções, é claro, levarão em conta a estratégia que o seu analista de mídias sociais elaborou, mas permite reunir um escopo um pouco maior para um primeiro momento. Três canais, 5 tipos de conteúdos ou diferentes formas de abordagem são incluídas nesse primeiro momento.

2. Estreitamento: as análises primárias dos trabalhos em redes sociais

Nesse segundo momento uma análise mais profunda será feita com as opções primariamente selecionadas e postas em prática para que seja possível extrair os resultados positivos (o que vem funcionando) e os resultados negativos (o que não funciona e deve ser mudado ou excluído). Nesse ponto os pontos positivos devem ganhar mais densidade e os pontos negativos podem ser descontinuados ou receberem uma reestruturação para poderem prosseguir. A ideia é fazer uma balanceamento geral e manter só aquilo que tem dado resultado para a empresa.

3. Parte final: análises secundárias e consolidação das ações em redes sociais

Na última parte do funil o interessante é chegar aqui somente com as ferramentas que estão dando resultado satisfatório para as ações em redes sociais por parte da empresa. Nesse último ponto análises mais densas e completas serão realizadas. Aquilo que continua funcionando deve ganhar mais planejamento, mais ações e mais investimento por parte da empresa, com o intuito de maximizar o campo de conquista. Já os itens que passaram pelo estreitamento e sofreram algumas quedas podem ser reestruturados e colocá-los sob novo ponto de ação ou até mesmo excluídos.

A teoria do funil, apesar de extremamente simplória, é muito bem aceita na gestã de ferramentas, na escolha dos canais e até mesmo na produção diária de conteúdo para as redes sociais. Não é demérito nenhum acabar somente com aqueles itens que são satisfatórios sobre o ponto de vista de mercado ou construir uma metodologia para identificar mais facilmente quais pontos podem sofrer alterações ou até mesmo exclusão.

A teoria do funil na gestão de redes sociais

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