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Appreendedor: aplicativos podem ser uma forma especial de empreender


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Olá, pessoal! Aqui é o Renato Ribeiro, tecnologista, empreendedor, colunista novo no Startupi!

Com o advento da Internet, as informações se tornaram disponíveis em larga escala e acessíveis a todos de forma permanente. Facilitando o consumo de novos assuntos de forma quase que instantânea, entretanto, junto com estes benefícios vieram também algumas “obrigações” para os que se destacam. Em tempos de “ÃO” (aquisição, ativação, retenção, monetização e recomendação), cada vez mais precisamos estar conectados e preparados para um mercado ágil e competidor. Isso significa conhecer assuntos variados e ficar por dentro de novas tendências, ou seja, sempre um passo a frente da média.

Sabemos que a internet é rica em conteúdo – em sua maioria pobre e de origem duvidosa –; saber filtrar estas informações é algo fundamental para a economia do tempo, um artigo de luxo no meio corporativo. Desta forma, convido você leitor a experimentar a série de artigos Appreendedor que será publicada semanalmente todas às quintas aqui no portal Startupi. De forma clara e objetiva, eu (Renato Ribeiro) junto com convidados especiais, falaremos sobre inovação, empreendedorismo e negócios – conteúdo exclusivo criado a partir do conhecimento e experiência sobre o tema.

A série Appreendedor foi lançada em Janeiro deste ano e desde então publicada semanalmente às terças no portal MacMagazine. Inicialmente com foco no universo dos apps, percebemos ao longo do percurso que grande parte dos assuntos abordados poderiam ser aplicados em qualquer área interessada em empreender de forma criativa e inovadora. Amamos a comunidade MacMagazine — local onde surgimos e temos o prazer de anunciar a todos —, mas, como todo projeto em crescimento, precisamos atingir novos públicos empreendedores espalhados pelo Brasil que não estão ligados à comunidade Apple.

Guarde este post no seu favoritos e leia, no seu tempo, os artigos que foram publicados na série. Tenho certeza que o conteúdo o apoiará no seu crescimento profissional e também pessoal. Boa leitura! Nos vemos aqui na próxima quinta com um novo artigo direto do Vale do Silício 😉

1. Uma oportunidade que depende de você! – Todo início de ano criamos expectativas e planejamos mudanças em nossas vidas, sejam elas profissionais ou pessoais. Para este novo ano eu também elaborei várias metas e objetivos a serem alcançados, entre eles o de apoiar pessoas interessadas no universo de apps – sejam novos desenvolvedores mobile, empreendedores com aplicativos publicados, investidores, usuários consumidores e entusiastas. Se você pretende ficar por dentro de todas novidades relacionadas ao universo mobile, começar um novo negócio ou gerar destaque para um aplicativo publicado, estes artigos serão para você, caro “Appreendedor”.

2. Por que, como e o quê? – Atualmente existem mais de 1.000.000 de apps publicados em cada uma das principais lojas (App Store e Google Play) e os números crescem de forma exponencial a cada dia. Em anos de experiência como empresário e Instrutor Autorizado Apple, pude notar que desses “Appreendedores” nem 5% sabem o verdadeiro sentido do seu próprio negócio, nem chegam a planejar e elaborar um simples plano de negócios. Mesmo assim, partem para o desenvolvimento que pode demorar meses — simplesmente baseados em crenças e esperanças. Em busca do sonho de ser o próximo milionário do mundo dos apps, muitos darão o sangue, investirão tempo e dinheiro para alcançarem seus objetivos. Mas poucos atingirão o sucesso!

3. Um grande aliado chamado hábito – Quando criança, assistia a episódios de uma série de desenho animado chamada “Pinky e o Cérebro”; a saga conta a história de dois ratinhos brancos de laboratório que fazem planos para conquistarem o mundo. Comandado por Cérebro, sempre após um plano fracassado Pinky pergunta: “Cérebro, o que faremos amanhã à noite?”, e o Cérebro responde: “A mesma coisa que fazemos todas as noites, Pinky… tentar conquistar o mundo!” Não diferente aqui estamos, tentando conquistar o mundo dos apps. Mas o que podemos aprender com esses ratinhos audaciosos?

4. Mude de fase, gamefique-se! – Analisando melhor o ser humano, percebemos que existe algo intrínseco em nós chamado “competição” — seja em busca de novos objetivos, superação de metas, estabelecer-se perante um grupo social ou até mesmo lutar pela sobrevivência. Vivemos em busca das nossas metas, estamos acostumados a executarmos tarefas com objetivos claros e recebermos recompensas ao término. Esta sistemática de competição, tarefas a serem cumpridas e recompensas vem sendo utilizada nos jogos desde sempre e utilizar algo familiar é fundamental para a aceitação. Se você tem algo inovador, embrulhe-o em algo familiar!

5. Estudando o caso do jogo Flappy Bird – Decidi escrever sobre o jogo Flappy Bird em virtude da sua rápida história de “sucesso” e “declínio” — um ótimo exemplo para entendermos alguns aspectos relacionados ao mundo dos apps. Essa é a história de Dong Nguyen um jovem vietnamita desenvolvedor de jogos que, através do Twitter, contou indiretamente detalhes sobre o segredo do sucesso.

6. O poder da informação – O mundo moderno está conectado. Uma notícia sobre a queda de um sistema financeiro ou a explosão de uma bolha podem causar uma avalanche imediata em todo o mundo. Da mesma forma que uma informação confidencial e específica pode gerar uma oportunidade de negócio e/ou crescimento de um determinado produto. Tudo é informação. Nada é informação. Depende da necessidade.

7. Seja tolo, seja faminto – Uma profissão não deve ser adotada a partir de modismos ou sob influência de terceiros; escolha algo que lhe dê prazer e faça, seja o melhor, diferencie-se, inove. Sem dúvida a morte é um agente renovador da vida. Hoje somos a notícia, amanhã seremos o passado. Não perca tempo com coisas fúteis, todos os dias podem ser o último da sua vida; o que gostaria que fosse diferente? Volte a ser criança, sonhe com o impossível, dê os primeiros passos e persista… o sucesso é meramente uma consequência.

8. Lepo lepo – Neste Carnaval quem não ouviu e ficou com esta música na cabeça, não é mesmo? Até para os que não gostam, é difícil esquecer esse ritmo. Mas o que podemos tirar de bom nisso? Uma coisa é fato e não podemos negar: o projeto da música foi um sucesso e atingiu o objetivo. E são exemplos de sucesso que temos que analisar e extrair o que há de melhor.

9. Para fazer parte do futuro, comece agora! – Todos nós conhecemos a expressão “o futuro a Deus pertence”, mas cabe a nós decidirmos fazer parte dele ou não. E para fazer parte, muitas vezes precisamos abrir mão do que nos prende, da rotina, dos dogmas e de preconceito. Sair da zona de conforto e pensar fora da caixa. Segundo uma pesquisa feita pela Standard & Poors, 75% das 500 maiores empresas que serão líderes de mercado em 2020 ainda não existem!

10. Em qual oceano desejo nadar? – O poder da observação e da análise é fundamental para o processo de criação e inovação. Identifique um problema e crie soluções que agreguem valor para o seu público-alvo. Se estiver difícil encontrar soluções para o problema, tente analisar outros mercados e quais foram as soluções que eles deram para problemas semelhantes.

11. Os primeiros passos – Imagine uma maratona. Pois bem, agora tente lembrar de recursos que normalmente são envolvidos e utilizados nesse tipo de evento, vamos lá: atletas, organizadores, equipe de apoio, patrocinadores e um monte de outros recursos, cada um com um grau de importância para a realização do evento. Dentre todos os envolvidos, talvez o mais importante sejam os atletas participantes — afinal, não existe maratona sem corredores, mas podem existir maratonas sem os outros recursos relacionados acima, correto?

12. Modelo de negócios do Skype – De acordo com os critérios do modelo, chegamos à conclusão de que o Skype atende a clientes corporativos e finais sendo eles consumidores de serviços online e telefônicos. Além disso, através de um programa de personalização massiva, o Skype personaliza a oferta dos seus produtos de acordo com o perfil do cliente. O site da empresa também é um dos principais canais por oferecer gratuitamente o download da ferramenta, e a comunidade dos atuais usuários é ainda um canal por divulgar o produto e trazer novos clientes para a base de consumidores.

13. Preparando para o campo de batalha – Antes do início do desenvolvimento, faça uma análise detalhada sobre os pontos fortes e fracos do seu projeto e também dos seus concorrentes utilizando uma matriz SWOT. Encare esta etapa como uma missão de batalha, afinal neste mercado se não estiver preparado o alvo pode ser o seu projeto. E cabe a você, líder, cuidar do seu time e protegê-lo de riscos iminentes.

14. iOS vs Android – Muitos dizem que o melhor ponto de partida é a escolha da plataforma com maior número de aparelhos no mercado. Entretanto, essa não é a melhor escolha — a resposta correta seria “depende do projeto”, pois existem inúmeras variáveis que interferem de forma positiva e negativa na escolha da plataforma e todas elas precisam ser consideradas para que se evite problemas futuros. Vamos conhecer algumas delas.

15. Aspectos jurídicos – O desenvolvimento de um projeto mobile não deve estar associado apenas a rotinas e ciclos de criação e manutenção, também precisamos cuidar de assuntos relacionados a aspectos legais e que estejam em conformidade com as leis de cada país onde o aplicativo será ofertado. Infelizmente, grande parte dos desenvolvedores peca em desconsiderar a análise jurídica como sendo uma importante etapa após o planejamento e antes do desenvolvimento. Com isso, muitos acabam se sujeitando ao risco de perderem trabalho e, consequentemente, tempo.

16. Processo de filiação – Com o lançamento da App Store, a Apple reinventou o sistema de distribuição e comercialização de softwares, expandiu a cadeia de valores e se tornou responsável pela distribuição e pela cobrança — com isso todo um ecossistema e uma cultura foram criados desde então, gerando oportunidades para desenvolvedores pequenos e independentes, e abalando empresas que dominavam o mercado com a venda de softwares em prateleiras.

17. Apertem os cintos, vamos acelerar! – Recentemente, em uma feira de tecnologia na China, me deparei com um estande da Ford anunciando e demostrando a sua linha de produtos para o lar. Foi uma grande surpresa, afinal, para mim a marca ainda estava fortemente relacionada a veículos — este é um exemplo de como as grandes empresas estão se organizando estrategicamente. Utilizando-se da confiança e da credibilidade conquistadas há anos, avançam em novas áreas e inovam quebrando paradigmas e conceitos arcaicos.

18. 10 dicas que você já sabe, mas precisa colocar em prática – Máscaras de lado, vamos ao que interessa: faça! Antes que seja tarde demais. Dentro da série Appreendedor tenho tocado nesse assunto com frequência, pois o agir é o responsável por 70% do sucesso de um projeto; o restante fica para questões técnicas e especialistas, desde que sejam diferenciais perante o mercado.

19. Inovação – putz, como ninguém pensou nisso antes! – Identificando um problema, seja a partir de observação ou experiência, posso imaginar possíveis soluções para o cenário; isto me garante a possibilidade de inovar a partir de algo que já exista ou criar algo novo. Para aprimorar esta técnica, tento identificar tudo o que me chame a atenção, em seguida penso na problemática que existia antes da solução ser implementada e, consequentemente, analiso cada detalhe da implementação para descobrir quais métodos ou tecnologias foram aplicados na solução, e de que forma impacta a vida das pessoas, ou seja, se gera valor ou não.

20. San Francisco – local de oportunidades ou modinha? – Para nós, fanáticos por tecnologia, profissionais de TI, curiosos ou simplesmente interessados nas novidades do mundo digital, a cidade é famosa pela quantidade de startups que surgem no cenário mundial, fundadas ou nutridas em seus bairros e cidades do entorno.

21. Bola na trave não altera o placar – Convenhamos e sejamos lógicos: não se pode acreditar que um evento esportivo pudesse gerar mudanças profundas na infraestrutura das nossas cidades, de que teríamos os problemas públicos resolvidos, entre outras necessidades sociais — que, enfim, seríamos um país de primeiro mundo após a Copa.

22. Ideias para inspirar – vagas de estacionamento! – Uma ideia é como um grão de semente: primeiro você precisa saber qual o tipo de semente para cada finalidade — pode ser alimentar um faminto ou simplesmente uma sombra para descanso. Em seguida, precisamos cuidar do local onde a semente será plantada, afinal poucas sementes nascem em solo infértil. Após o plantio, ela precisará de todo o cuidado e manutenção para que germine e cresça forte para que, no tempo certo, possa cumprir a sua função.

23. Renove o velho – Quando decidiu entrar no mercado de mochilas para universitários, a Samsonite — a maior fabricante mundial de malas — identificou que elas causam tensão nas costas e no pescoço, devido ao peso do conteúdo transportado. Desta forma, a equipe criou uma maneira de usar o peso para beneficiar o usuário: as alças têm um formato que pressiona suavemente os ombros em pontos de shiatsu estrategicamente localizados, proporcionando uma sensação de massagem.

24. Construa a sua rede de relacionamentos – Nenhum soldado faz uma guerra sozinho, por isso se faça presente e conectado em comunidades que tenham o mesmo perfil que o seu — absorva, crie e troque experiências. Seguindo esta linha de raciocínio, hoje tenho uma rede de relacionamento crescente, saudável e ativa, pronta para unir forças em qualquer novo projeto. É claro que não basta se conectar, você precisa construir a sua rede de relacionamentos sempre zelando pela credibilidade e pelo profissionalismo.

25. Na Copa do Mundo, Brasil demonstra o seu potencial mais uma vez – A Copa do Mundo passou e nos deixou grandes aprendizados! De acordo com o dicionário, a palavra perder significa “deixar de ter alguma coisa útil, proveitosa ou necessária”, ou seja, nada vital. A perda é uma vitória pois nos mostra onde precisamos melhorar. Como em uma startup, devemos a cada passo analisar e aprender com a etapa, fazendo ajustes durante o processo – mesmo que profundos. Entretanto, é difícil conseguir enxergar as possíveis falhas quando se está imergido no “problema”.

26. Veja esses vídeos e reflita – São muitos os estudantes com incertezas sobre suas futuras carreiras; profissionais insatisfeitos com sua área de atuação; desenvolvedores que não sabem como adquirir/reter usuários e monetizar seus produtos; idealizadores em busca de como começar a realizar o seu projeto. A dúvida é uma incerteza que atormenta o ser humano, mas a inércia é o estigma dos fracos. Você só saberá que errou se tentar; e tentando corre o sério risco de acertar!

27. Procuram-se super-heróis! Esta é a sua chance de fazer algo legal! – Em tempos de astros e celebridades, quando todos se tornaram atores principais do grande show chamado Big Brother Facebook – abriram-se vagas para os tradicionais super-heróis, aqueles à moda antiga que se destacavam pelo ato de ajudar as pessoas e não pelo marketing pessoal. Pois agora eu tenho um convite para você! Que tal fazermos juntos algo que beneficie menores carentes empreendedores com boas ideias e força de vontade?

28. Segurança, um assunto que deve ser levado a sério – Um dos grandes defeitos do ser humano — em especial de nós, brasileiros — é o de postergar assuntos que não domina ou que desconhece. Por uma falta de interesse alinhada a pouca ou nenhuma experiência, grande parte das pessoas coloca de lado tópicos importantes, como por exemplo segurança da informação. Dominar todas as áreas do conhecimento é humanamente impossível, mas em pleno século XXI, em meio à era da tecnologia e da informação, negligenciar esse tipo de assunto é o mesmo que assumir o declínio, às vezes, de todo um projeto.

29. Jogo Korruptus — saiba mais sobre este caso de sucesso! – Conhecemos o Alex Roger, um empresário do Espírito Santo que se inspirou ao ler a série de artigos do “Appreendedor” e, em menos de 40 dias, desenvolveu junto de sua equipe dois jogos — emplacando o primeiro grande sucesso da sua empresa de jogos.

30. Desafie seus limites! – Um modo melhor de entender o aprendizado dos medos é raciocinar segundo as demandas evolutivas. O mundo é um lugar perigoso, mas nossos ancestrais não podem ter passado a vida amedrontados dentro da caverna; era preciso arranjar comida e procurar parceiro sexual. Eles tiveram que aferir seus medos de perigos típicos com os verdadeiros perigos de seu ambiente (afinal, nem todas as aranhas são venenosas) e com sua própria capacidade de neutralizar o perigo: seu conhecimento, sua tecnologia defensiva e a segurança de pertencer a um grupo numeroso.

31. Growth hacking? Nunca vi, nem comi… – Esses caras, supercriativos, focados em contagiar pessoas acerca do produto/serviço desenvolvido, ficaram conhecidos, portanto, como growth hackers — hackers de crescimento, expansão. Basicamente a metodologia é você utilizar redes sociais, serviços gratuitos (ou de baixo custo) para fazer milhões de pessoas conhecerem a sua startup, a sua ideia. Estamos quebrando paradigmas como empreendedores (mudando a forma de fazer as coisas) e o growth hacking está aí para mostrar que o jeito de fazer negócio, sem nenhuma dúvida, não é mais o mesmo!

32. Empreendedorismo social? Conta mais… – Empreender, por sua vez, traz a ideia de rompimento do “status quo” — gerar serviços, movimentar a economia, criar um impacto econômico-financeiro para você, empreendedor, seus trabalhadores e também para os seus clientes. O empreendedor social é aquele que, mesmo não trabalhando com pessoas em situação de pobreza ou questões relacionadas, através das suas ações gera um impacto positivo na comunidade.

33. O que, quem e como – É preciso se repensar em todos os instantes, rever decisões que foram tomadas há muito tempo e por razões que talvez nem façam mais sentido, pois de outro modo estamos fadados ao engessamento de pensamentos, sentimentos e ações… coisas que eu amava, talvez nem faça mais sentido amar, coisas que eu acreditava talvez precisem de revisões e isso é o que me faz crescer — o poder de mudar o jeito de relacionar com coisas, pessoas e fatos.

34. Desafios de um empreendedor – Estamos em uma febre sobre empreendedorismo. Hoje em dia três em cada quatro Brasileiros, por exemplo, querem empreender e ter seu próprio negócio, de acordo com a Endeavor Brasil. Vemos as exceções que, diante do gigantesco número de startups, dão certo e nos fixamos a acreditar profundamente no sucesso da nossa própria jornada. Não que isso seja errado, de forma alguma. Acreditar é princípio intrínseco no empreendedor.

35. Segredos da criatividade – Somos constantemente desafiados a criar o próximo grande projeto bilionário, impactar milhões de pessoas ao redor do mundo seguindo práticas “enxutas” ditadas pelo mercado, da idealização à monetização e à retenção, no menor tempo possível. O fato é que estamos vivendo a era da supercriatividade, já não resolvemos apenas problemas locais, não competimos apenas com pessoas da nossa comunidade ou cidade — agora o nosso desafio é global independentemente da idade, da experiência ou do recurso.

Imagem de abertura: 223011136 via Shuttertstock

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