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Marcelo Sales, da 21 212, explica: Por que a Queremos e a PagPop deram certo?


cadcdfae fotoA Queremos e a PagPop, dois exemplos de startups que sairam da aceleradora 21 212, têm diversos traços em comum e, por isso, podem ser consideradas exemplos de empresas que “deram certo” após o processo de incubação –a PagPop recebeu aporte da Intel Capital e a Queremos já abriu escritório nos EUA. Marcelo Sales, um dos criadores da aceleradora, é quem explica o que as duas fizeram para atrair os investidores.

“Eles foram muito pragmáticos na operação. O que eles fizeram primeiro foi falar com as pessoas, fazer contatos e criar a rede certa, o que ajuda a alavancar a empresa”, contou Marcelo. Ele disse que não adianta ficar “pesquisando ou colaborando”. “Nada de gerúndio, eu tenho que vender a minha ideia.”

O pé no chão e a atração de talentos também foi um dos destaques do grupo que criou as duas empresas. “Elas têm um time muito forte. O time da Queremos é um dos melhores que vi na vida e são pessoas com muita preocupação de atrair talentos para sustentar o crescimento deles”, explica o cofundador da aceleradora.

Na seleção de projetos para a 21 212, Marcelo disse dar preferência a startups que se apoiem em modelos já consagrados. “Damos preferência para os modelos que já foram testados em outros países e tiveram sucesso, porque a chance de dar certo no Brasil é muito grande. É uma escolha pragmática que fazemos, quero que o empreendedor dê certo”, diz.

Apesar da preferência aos modelos já consagrados fora do país, Marcelo diz que o brasileiro consegue colocar um tempero diferente nos negócios. Ele aponta o caso da Queremos como um de inovação criada por brasileiros. “Eles fizeram uma adaptação de um modelo de crowdfunding e agora nós transformamos em algo mundial. Criamos uma nova marca e levamos os caras para Nova York”, conta.

Marcelo também comentou sobre o Demo Day da 21 212, que teve sua segunda edição em outubro de 2012. No primeiro para o segundo Demo Day, diz ele, muita coisa melhorou. “O termômetro pra gente é o investimento e, das nove empresas apresentadas, oito tiveram aportes”, lembra. Ele diz que vê esse resultado como sinal de que há demanda dos investidores por empresas para investir. “Esperamos que em 2013 seja melhor ainda.”

Veja a íntegra da conversa com Marcelo Sales na Campus Party:

Em um debate na Campus Party, Marcelo passou alguns números sobre a 21 212. Segundo ele, somente 2% das startups que se candidatam a uma vaga na aceleradora são aceitas. “Os que são aceitos passam a ter acesso integral à rede de investidores conectados”, conta. Segundo ele, as startups daa 21 212 funcionam de acordo com três pilares: produto (“você tem que ter o melhor produto para o seu cliente), negócios (“é preciso ter vários canais de distribuição e contatos”) e investimento (“após a aceleração, você fica na cara do gol, com vários investidores”).

Confira também:

– Entrevista exclusiva com Marcelo Sales, sobre a 21212:

Vídeo da palestra de Marcelo Sales na final do Desafio Brasil

– Entrevista exclusiva com WeDemand:

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