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Muito além do ROI. Saiba as métricas em TI


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Artigo por Denilson Ianaconi*

O TCO (Total Cost of Ownership) é uma estimativa financeira projetada para avaliar os custos diretos e indiretos relacionados à compra de todo o investimento importante, como software e hardware, além do gasto inerente de tais produtos para mantê-los em funcionamento, ou seja, os gastos para que se continue proprietário daquilo que foi adquirido.

Uma avaliação de TCO oferece idealmente uma indicação final que reflete não somente ao custo de compra, mas de todos os aspectos no uso adicional e na manutenção do equipamento, dispositivo ou sistema. Isso inclui os custos do pessoal de manutenção e treinamento, usuários do sistema, custos associados com a falha ou o outage (planejada ou não), incidentes diminuitivos do desempenho (por exemplo, se os usuários ficarem em espera), custos de quebras de segurança e custos por perda de reputação e recuperação, custos de preparação para o desastre e recuperação, espaço, eletricidade, despesas do desenvolvimento, infraestrutura e despesas de teste, garantia de qualidade, crescimento incremental, custo de desativação do equipamento, entre outros.

Para encarar a concorrência e a competição globalizada, as empresas entraram numa jornada que parece não ter limite ou até mesmo fim. Tudo isso em busca da qualidade, produtividade, rapidez na concepção, criação e produção de um novo bem ou serviço. É a meta para chegar à frente de qualquer concorrente, usando para isso a Tecnologia de Informação, que se encontra hoje como o principal instrumento para o desenvolvimento de estratégias competitivas nas organizações. O Custo Total de Propriedade (TCO) está sendo utilizado pelos projetistas de sistemas de informação, pois se caracteriza em uma metodologia para mensurar o nível de qualidade, os custos e retornos das empresas no que diz respeito à utilização de computadores.

Nessas últimas décadas, através do início da era da informação, a postura empresarial está sendo discutida em âmbito global. Há necessidade da redução de custos empresariais, ocorrendo o surgimento de inovações como reengenharia, “downgrades”, “downsizing”, entre outros. Iniciou-se uma corrida mais acirrada em busca de qualidade, áreas de comércio e competitividade, que cada vez mais se direcionam para a globalização.

Outro conceito de mercado muito interessante é o Retorno do Investimento (ROI), que representa o tempo levado para se recuperar os investimentos realizados em um projeto e mesmo a obtenção de lucros. Precisamos ter a viabilidade dos seguintes itens quando estamos defendendo um projeto. A aprovação de qualquer investimento em TI deveria ser baseada, em caso de negócio, para auxiliar nas decisões de investimentos, e como métrica mais utilizada para justificar os investimentos em TI.

No caso do aporte de capital em desenvolvimento de software, podemos ter, apenas para citar, os seguintes objetivos relacionados: aumento da produtividade, diminuição de custos e de erros operacionais. Observe que todas as justificativas acima de premissas de projeto podem desaparecer se apresentarmos no final um sistema com baixo desempenho, difícil de utilizar, que mostra dados não fidedignos e com alto custo de manutenção.

* Artigo por Denilson Ianaconi, gestor responsável pela área de Solution Center da Divisão de Aplicativos da Sonda IT, companhia latino-americana de Tecnologia da Informação.

Imagem de abertura: business touching graph of profit compare with cost, via Shutterstock

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