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Projeto orienta tribo do Acre a desenvolver produtos


Rio Branco – Pela segunda vez no Acre, Marcelo Rosenbaum, renomado arquiteto que trabalha há cinco anos no quadro Lar Doce Lar, do programa Caldeirão do Huck, volta ao estado para cumprir compromisso firmado no ano passado na Feira de Milão, na Itália. O arquiteto recebeu um convite do governo estadual e da Secretaria de Turismo para realizar o projeto A Gente Transforma com a tribo Yawanawá, no município de Tarauacá, às margens do Rio Gregório.

Marcelo vai passar 20 dias na aldeia. O trabalho na tribo Yawanawá será realizado até o dia 5 de fevereiro. A proposta é criar luminárias onde 70% da produção será feita no local e 30% na La Lampe, empresa especializada em iluminação residencial que possui 11 lojas em todo país. Além da La Lampe, esses produtos também serão levados a Milão em abril. “Acreditamos nesse projeto como grande oportunidade de desenvolver produtos acreanos que possam ser comercializados no Brasil e internacionalmente” informou Ilmara Rodrigues, secretária de Turismo do estado.   

Toda a logística para realização desse trabalho foi organizada pelo governo do estado e Sebrae no Acre. “As luminárias serão vendidas em grandes lojas agregando nossa cultura ao valor final. Quando se trata de desenvolvimento e oportunidades de mostrar nossos produtos, nossa cultura, nosso povo que é empreendedor, o Sebrae será sempre um parceiro do governo”, disse João Batista Fecury, superintendente do Sebrae no Acre.

A Gente Transforma é um projeto que une o conceito de moradia ao do de design, com foco em valores como brasilidade, autoestima, cultura popular, memória e inclusão. A Gente Transforma mergulha nas culturas que formam o Brasil, na mistura de raças, nas raízes ancestrais. “Pretendo criar uma nova aliança, um trabalho de unir informação de brancos e índios. A ideia é apresentar um produto que utilize o design integrado à cultura”, explica Marcelo Rosenbaum.   

O primeiro movimento aconteceu em 2010 no Parque Santo Antônio, em São Paulo. Arquitetos, urbanistas e estudantes vindos de várias regiões do Brasil e da Inglaterra trabalharam com os moradores da comunidade. Já o segundo movimento aconteceu em um dos lugares mais áridos do Brasil, com nove meses de seca por ano e onde as pessoas vivem da agricultura de subsistência: em Várzea Queimada, no sertão do Piauí.

Serviço:
Sebrae no Acre
(68) 3216.2186
www.ac.agenciasebrae.com.br

   

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