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Deputados cogitam facilitar investimentos anjos como apoio ao empreendedorismo


Palácio Farroupilha; Assembléia Legislativa do Rio Grande do SulO amigo empreendedor gaúcho Guilherme Masseroni (organizador do Empreendrinks) teve acesso a um deputado estadual e um deputado federal que se comprometeram a estudar um relatório sobre o mercado de startups e botar em discussão no legislativo uma lei que possibilite descontar do Imposto de Renda os investimentos anjos feitos em startups.

Dessa forma, acreditam Guilherme e os deputados, sendo um benefício extra mais pessoas se sentiriam motivadas a investir em startups. O simples fato de o assunto ser discutido na esfera legislativa, mesmo que em um estado, já deve dar visibilidade ao tema e agregar apoios diversos. Se a proposta for aprovada, talvez a medida sirva também para outros estados.

Seria o movimento que faltava a favor dos investimentos anjos? O que você acha? Vamos compilar uma série de argumentos para convencer os deputados?

 

  • Conforme Guilherme, países como Estados Unidos e França já praticam leis assim – e os investimentos anjos são fortes nesses países;
  • Fundos e gestores de venture capital aumentam em quantidade e tamanho no Brasil, inclusive com a vinda de dinheiro estrangeiro (o número de aportes vem praticamente dobrando a cada ano). Investidores já entendem que o Brasil é um país cheio de oportunidades que vem sendo focadas pelos empreendedores inovadores das startups. Eles entendem também que um dos maiores limitadores do sucesso dessas iniciativas é a falta de dinheiro no estágio inicial;
  • Startups brasileiras vem fazendo bonito em eventos internacionais: nos Estados Unidos com o Crunchies Award, com o Intel Challenge, com o DFJ Challenge, com o I2P, com o Moot Corp; na China com o Chinict Rising Starts; no Start-Up Chile; entre outros;
  • O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação ouviu a indústria de investimentos em startups para levar em conta na hora de elaborar a Política de Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil;
  • Até a Bolsa de Valores e a Finep vem se envolvendo com a Abvcap e com o tema de investidores anjos;
  • Conforme o Diretor Técnico do Sebrae Nacional, Carlos Alberto dos Santos, startups são um modelo a ser seguido;
  • O Movimento Brasil Competitivo (MBC) e a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) já estão inserindo debates sobre startups e atividades com startups em seus esforços (como nos Innovation Learning Labs);
  • Entidades como  FIESP, a FIEP e a FIERGS já incluem startups entre duas discussões e atividades;
  • O presidente dos Estados Unidos, Barak Obama lidera esforços para que empreendedores e startups possam se desenvolver com maior facilidade, devolvendo o dinamismo e o crescimento à economia do país (uma das propostas dele é de que investimentos feitos em pequenos negócios não sejam taxados);
  • Celebridades brasileiras (como Luciano Huck e Angélica) já passaram a ser investidores anjos em startups, seguindo uma tendência norte-americana liderada por Ashton Kutcher, Lady Gaga, Justin Bieber, entre outros. Este tipo de gente cheia de dinheiro sempre aprecia formas de diminuir o impacto do Imposto de Renda e negócios inovadores geralmente também fazem o bem para a sociedade, então podem ser mais interessantes do que ongs e caridade;
  • Já existem Frentes Parlamentares de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no Congresso Nacional, em assembléias como a do Estado de São Paulo e em municípios como o de São Paulo. Na verdade, o assunto não é novo, mas é necessário entender que o mundo da inovação é baseado em empresas que nascem sim pequenas, mas precisam crescer de forma muito ágil – e a solução para isso é facilitar o acesso ao capital semente e aos investidores anjo;
  • Já temos algumas entidades regionais de anjos (Floripa Angels, São Paulo Angels, Bahia Angels, Gávea Angels) e a Anjos do Brasil. Temos também interface com a Associação Latino-Americana de Redes de Investidores Anjos.

Ou seja, não há desculpa política. Se houver desculpa técnica, que seja trazida a público, porque é este tipo de problemas que os empreendedores estão aprendendo a resolver! Se for dificuldade jurídica, também deve ser exposta! Avante, Brasil!

Mais algum argumento? Vamos fazer dessa causa um grande manifesto?

ee NedqfesVo

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