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Finalmente descobriram um nicho de crowdfunding que pode funcionar bem no Brasil


Nós ficamos impressionados com frequência com a força que o Kickstarter tem lá fora. Se você tem um projeto minimamente interessante, com uma boa apresentação, as pessoas realmente colocam seu dinheiro nele em troca de coisas bacanas no futuro. Recentemente, tivemos o caso do jogo Double Fine, que já arrecadou quase 2,5 milhões de dólares — o projeto pedia US$400 mil. Só que aqui no Brasil não vemos muitos casos grandiosos de crowdfunding além do Queremos. Isso pode mudar com a ideia de arrecadar R$300 mil para uma loira tirar a roupa.

Essa é a base do site Nake It, que estreou recentemente e quer tirar a roupa da apresentadora Pietra Príncipe. Eles querem juntar R$300 mil (preço estipulada pela garota como seu “mínimo” para ficar pelada) e querem usar o crowdfunding para isso. O prazo é de dois meses, e a proposta já recebeu R$3.600 de apoio — as contribuições começaram hoje.

O método é o mesmo usado em sites como o Kickstarter: você escolhe com quanto pretende colaborar e, dependendo do valor, ganha mimos. No caso do ensaio, as opções são curiosas:

R$ 10 – Fotos digitais do ensaio.

R$ 20 – Poster autografado pela própria Pietra, além das fotos digitais.

R$ 50 – Revista impressa do ensaio, além das recompensas citadas anteriormente.

R$ 100 – Vídeo de agradecimento personalizado da Pietra, além da revista autografada e as recompensas já citadas.

R$ 300 – Calcinha da Pietra emoldurada, assim como todas recompensas já citadas.

R$ 8.000 – Pietra entrega pessoalmente na casa do usuário todas as recompensas.

Calcinha emoldurada, meus amigos. Isso sem dúvida é uma mudança nos padrões do crowdfunding (ainda estamos tentando bolar um nome não muito explícito pra tal modalidade de arrecadação). O Nake It pretende usar o caso de Pietra para fazer barulho e quer que pessoas “comuns” também se candidatem e contem por quanto tirariam a roupa em ensaios sensuais.

Nós, claro, apoiamos o crowdfunding no Brasil. Ele já funciona muito bem para trazer bandas com o Queremos — provavelmente o caso de maior sucesso por aqui — e agora que temos a possibilidade de ensaios nus e até contratação de jogadores de futebol por meio de arrecadação, podemos dizer que, lá em 1997, o pessoal do Dr. Sin e Silvio Luiz já sabiam qual seria o futuro do crowdfunding no país.

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Via RSS de Gizmodo Brasil

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