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Pela primeira vez numa Copa do Mundo, gol foi decidido com ajuda da tecnologia


Estádio Beira-Rio, 15 de junho de 2014. França e Honduras se enfrentavam em partida válida pela primeira rodada do grupo E. Bola cruzada na área de Honduras. O atacante francês Karim Benzema chuta na trave. A bola segue rente à linha do gol até o arqueiro Noel Valladares, que se atrapalha. Benzema pede gol, e Valladares sai jogando o mais rápido possível. Temos uma polêmica? Não. Graças à tecnologia, o gol foi dado para a França. Corretamente.

Esta foi a primeira vez que um árbitro em Copas do Mundo contou com auxílio tecnológico para decidir um lance. Na Copa 2014, os homens do apito estão usando smartwatches que avisam se a bola passou da linha do gol. O sistema inteiro é composto por sete câmeras ao redor de cada gol, que capturam a posição da gorduchinha a cada dois milissegundos. Se ela passa da linha, o relógio inteligente vibra e mostra a mensagem “goal” no visor.

Foi isso que aconteceu no aparelho que o árbitro brasileiro Sandro Meira Ricci usava e certamente foi decisivo para ele apitar o gol. O tira-teima passou logo em seguida no telão, para ninguém ficar com dúvidas — e não termos que aturar discussões intermináveis nos programas esportivos ao longo da semana.

Não foi, no entanto, a primeira vez na história do futebol em que isso ocorreu — antes de decidir gols de Copa do Mundo, dois tentos no futebol inglês já haviam sido validados com base na mesma tecnologia: o de Frank Lampard contra o Sunderland em 2013, em jogo válido pela Capital One Cup, e o de Edin Dzeko contra o Cardiff City em 2014, em jogo da Premier League. Parece que a tecnologia veio mesmo para ficar — e acabar com erros como o do gol do próprio Lampard contra a Alemanha na Copa de 2010, que não foi dado pelo juiz.

 

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