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Só avança quem toma decisões difíceis.


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A grande verdade é: enquanto você não tomar decisões críticas e radicais na sua vida e na sua empresa, a coisa não avança. 

Steve Jobs chegou onde chegou porque tomou decisões muito difíceis e radicais a frente da Apple. 

Você, eu, todo mundo sabe quais são as decisões difíceis que precisamos tomar na vida para fazer o que temos que fazer para avançar: demitir aquele funcionário pangaré que há tempos temos que cortar, interromper a produção de determinado produto, cancelar determinado serviço etc etc etc, entretanto, ficamos enrolando enrolando enrolando, achando que as coisas vão se resolver sozinhas ou desaparecer. 

Não vão. 

Confira algumas das decisões mais difíceis, controversas e radicais que Steve Jobs tomou a frente da Apple. Eu espero que sirva de lição para você tomar alguma atitude radical na sua vida:

1. O financiamento da Microsoft. A Apple estava quebrada quando Steve Jobs retornou a empresa em 1997. Faltava dinheiro, faltava credibilidade, faltava parceiros para endossar a empresa. Ao invés de pedir dinheiro a bancos, ou venture capitalists, Steve Jobs chamou o inimigo número 1 da Apple para ajudá-lo a bancar a empresa: Microsoft.

Se Bill Gates não tivese financiado a Apple com 150 milhões de dólares e se comprometido a continuar o desenvolvimento do Office pelos 5 anos seguintes, a Apple teria rodado.

O anúncio da parceria foi recebido com vaias pelos fãs da Apple durante o keynote speaker da Macworld em 1997. Ainda assim, Steve Jobs manteve-se firme a sua decisão de vender parte da Apple para a Microsoft. Com a parceria, a Microsoft se tornou sócia da Apple e Steve Jobs colocou um ponto final em uma das guerras mais famosas da história dos negócios. 

2. A Criação do iPod. O que um simples tocador de música portátil tem a ver com uma empresa que faz computadores sofisticados? Teoricamente nada. Mas foi a decisão de fazer o iPod que transformou a Apple para sempre. Eu acredito que na biografia que sai no próximo dia 24, Steve Jobs vai falar o quanto difícil foi para ele deixar o seu filho “Mac” de lado para focar no iPod. Mas a decisão foi acertada. 

O iPod levou ao iPhone, que levou a iTunes, que levou as Apple Stores, que levou ao marketplace de aplicativos, que levou ao iPad e muito mais. Em 2005, a Apple abandonou o sobrenome “Computers”, e passou a se posicionar como uma empresa especializada em “estilo de vida digital”.

Quando do seu lançamento, o iPod foi recebido com sarcasmo e desdém pelos especialistas do mercado de tecnologia, mas com incrível entusiasmo pelos seguidores da Apple. 

Antes do iPod, a Apple estava na mão dos clientes corporativos onde as decisões de compra são mais longas, voltadas para preço e outras politicagens; com a criação do iPod, a Apple migrou para o mercado de consumo de eletrônicos, onde as decisões de compras são mais rápidas e baseadas em status.

3. A Construção da Apple Store. Antes da Apple levantar as suas lojas físicas, a indústria de tecnologia já havia tentado – sem resultados – abrir lojas próprias.

Anos antes a DELL havia tentado abrir lojas físicas em shoppings e se deu mal, a Gateyway – famosa por seu atendimento diferenciado – tentou fazer o mesmo nas ruas e se deu muito mal. 

Quando Steve Jobs anunciou que abriria as primeiras Apple Store para vender Macintosh e iPods, a galera caiu na risada. Ele foi zoado por todo mundo, toda a indústria de tecnologia tirou um barato da cara dele. 

Hoje, as 257 Apple Store em funcionamento recebem dezenas de milhões de pessoas todos os meses dos quais 60% estão comprando produtos Apple pela primeira vez. 

Se não fosse pela Apple Store, provavelmente o iPod não teria virado, e muito menos o iPhone ou iPad. 

Steve Jobs sabia que para vender um produto inovador ele precisaria de gente especializada, espaço na prateleira, treinamento, suporte técnico etc. Ele sabia que nunca conseguiria isso da BestBuy, CompUSA ou outros revendedores menores.

Steve Jobs então comprou a briga com a equipe interna de vendas da Apple, comprou a briga com o seu canal de vendas, e levantou a ultra bem sucedida Apple Store.

Por muitos anos a Apple tentou ensinar aos revendedores e varejistas a como vender os seus produtos. Chegou uma hora que Steve Jobs falou, “Chega de ensinar esses pangarés, vamos fazer nós mesmos.”. 

Chega uma hora que você tem que dar um basta, e tomar decisões difíceis. 

4. Poucos e Excelentes Produtos. Quando Steve Jobs retornou a Apple em 1997, uma das primeiras e mais difíceis decisões que tomou foi cortar trocentos produtos que a Apple vendia.

Naquele momento a Apple vendia de tudo, desde impressoras, desktops até servidores, passando por linhas de produtos sem nenhum diferencial de design.

Se você olhar na web, vai notar que o Performa 6400 e o Macintosh 5000 parecem muito com produtos da HP ou Compaq na época.

Steve Jobs não pensou duas vezes, mandou todo mundo para o inferno. Mesmo precisando vender, bater metas, e tirar a empresa do buraco, Steve Jobs ficou apenas com produtos que tinham algum diferencial de design e usabilidade.

O DESIGN voltou a ser um pilar importante na Apple. Nasceram então a linha de computadores iMac, e na sequência o iPod. 

Só cresce na vida quem toma decisões difíceis. Quais foram as decisões mais difíceis que você tomou na sua vida nos últimos tempos?

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Via RSS de BizRevolution. Um Novo Olhar Sobre As Mesmas Coisas.

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