X

Busque em mais de 20.000 artigos de nosso acervo.

Novidades pela net

A multidisciplinaridade do jornalista digital


fe multidisciplinaridade
Os profissionais de
comunicação do futuro já são uma realidade mais do que consolidada atualmente.
Profissionais que em tempos não tão remotos assim acabavam se especializando em
apenas uma única vertente de atuação, como a escrita, programação, desenvolvimento,
design, edição de vídeo ou áudio, gestão, marketing ou assessoria de imprensa.
Não era algo imposto, mas um fato simplesmente “natural”.

Entretanto, hoje temos uma
readaptação dramática e profunda nos moldes desses profissionais. Um
jornalista, por exemplo, precisa ter visão de negócio, entender de programação
ou até mesmo ter avançadas noções de marketing tradicional. A complementaridade
de funções designadas a um único profissional foi imposta pelo mercado,
absorvido naturalmente por muitos e ainda debatido por muitos céticos.
Porém, o que mais difere esses
dois contextos é o fato de que mesmo com a multidisciplinaridade dos
profissionais de agora, seus campos de especialização devem ser mantidos em uma
linha constante de foco. Não é porque incorporamos muitas habilidades que
devemos atuar em dezenas de segmentos de forma simultânea.
Posições e riscos desnecessários
Um dos maiores desafios do
jornalista digital é manter o foco na linha de frente. Atuar com dezenas de
vertentes e conservar a produção de conteúdo de forma estruturada podem ser um
grande entrave para muitos profissionais que não se adaptam de forma tão natural
às novas ferramentas digitais. O principal pilar, aqui, é saber a hora de parar
o que está fazendo e assumir que a criação tomou conta do criador. Quem manda
na informação ainda é o jornalista, não a ferramenta.
Por isso, um grande
diferencial para o jornalista é utilizar diferentes ferramentais digitais para
produzir um conteúdo jornalístico de qualidade de forma focada, sem correr o
perigo de se perder dentre tantos tentáculos. Não é porque o nosso campo de
atuação foi maximizado que temos que assumir posições e riscos desnecessários,
principalmente quando a propriedade do conteúdo produzido pode ser prejudicada.

In Observatório da Imprensa, por Cleyton Carlos Torres, jornalista e blogueiro.

fe COPJaBiInBI

Via RSS de Blog Mídia8!

Leia em Blog Mídia8!

Comente este artigo

Populares

Topo