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Conselhos de um velho programador antissocial e ranzinza


Faz tempo que quero escrever um texto com dicas para programadores que estão começando agora ou estão com dúvidas sobre que caminhos seguir em suas carreiras. No entanto, sempre tive medo de que esse texto virasse mais um dos inúmeros textos de autoajuda que existem por aí. Esse não é meu estilo. E também não queria que fosse um texto puramente técnico.

Passei os últimos 40 dias bem afastado da minha rotina, sem programar muito e praticamente vivendo a vida de dono de casa, cuidando do Francisco, meu filho de (quase) 2 anos. Durante esse tempo pensei muito na minha carreira, na minha vida, na profissão que optei por seguir. Pensei muito nos caminhos que escolhi, nas oportunidades que agarrei e nas que deixei passar. E a conclusão que cheguei foi a seguinte: no final das contas, nada disso importa.

É claro que suas escolhas definem quem você é, mas você vai ter sempre arrependimentos, vai estar sempre em dúvida, vai sempre achar que seguiu o caminho errado.

O que realmente importa é: eu amo programar, amo conceber e desenvolver produtos. Amo resolver problemas. Isso me faz feliz.


Nós, programadores, estamos sempre insatisfeitos. Acho que nunca vamos estar 100% felizes em um emprego, seja ele no Brasil ou no exterior, em uma startup ou em uma multinacional, como empregado ou empregador. Vai sempre existir política, você vai ter sempre que fazer coisas que não gosta de fazer. É como diria meu sogro, quem fala que ama o seu trabalho está mentindo.

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Via RSS de Gizmodo Brasil

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