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Interatividade


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Michel Lent começou a apresentação dizendo que a cultura hype já faz parte do dia a dia de todos nós e as empresas precisam estar atentas às novidades desse ramo, pois ele pode ser usado em qualquer mercado. Para quem ainda acha que o mundo hype atende um público pequeno, Fernando Moulin mostrou que a tecnologia já expandiu essas barreiras: “O mobile deixou de ser hype há muito tempo”. Mas, afinal de contas, o que é hype?

Breno Masi explicou: “Hype é tudo use tecnologia para levar mais conforto ao usuário”. Lent continuou a reflexão lembrando como o público pensava nesses conceitos. “Interativo para as pessoas era aquele negócio que pisca. Será que finalmente chegamos à era da interatividade? Interatividade virou serviço?“, perguntou. Masi respondeu mostrando como as empresas já aplicam a interatividade e como isso é vantajoso para o consumidor: “Se é relevante, o cara vai usar. Pra mim, isso é interativo”. Mas a interatividade vai mais longe. Ela chega primeiro ao cotidiano das pessoas e depois atrai a atenção das grandes empresas, que querem usar esses aplicativos para criar uma relação mais próxima com os consumidores, como explicou Moulin: “A família vê TV cada um com seu notebook ou tablet no colo. E nós queremos fazer parte disso. Que empresa não quer estar em contato com seu cliente?”.

Para que isso funcione, disse Masi, é  preciso facilitar a vida das pessoas. “Eu não quero criar um aplicativo que dê trabalho para o meu consumidor, porque a minha marca será relacionada a esse trabalho”, afirmou. Lent então lembrou que os micro e pequeno empresários usam essa tecnologia de forma diferente: “E o pequeno negócio? Como é o mundo mobile para o pequeno negócio?”

João Carvalho destacou o aspecto mais importante desses aplicativos: a função. “Uma padaria pode ter um aplicativo mobile, mas ela vai ter que enviar receitas pela web, vai ter que justificar aquele serviço”, disse. Moulin lembrou que não basta ser útil, tem que ser simples: “Se não é fácil, não é relevante para mim, não é relevante para você”.

Eu não quero criar um aplicativo que dê trabalho para o meu consumidor, porque a minha marca será relacionada a esse trabalho” – Breno Masi

 

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