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O que deu errado com a pobre Sega?


Quando você pensa na Sega, o que te vem à mente? Pra muitos, o nome da empresa evoca imediatamente a imagem do porco-espinho azul supersônico, que é efetivamente sinônimo visual da marca. Outros talvez lembrem do domínio que a empresa exercia no ramo de arcades (Ahh, muitas mesadas estouradas no House of the Dead!). Muitos lembrarão imediatamente do icônico jingle da marca, que precedia os jogos do tal porco-espinho azul.

E pra muitos, a maior lembrança atrelada ao nome da Sega é o fato de que ela se foi. Sim, a Sega tecnicamente ainda existe (e alguns mais novinhos talvez a conheçam apenas em seu formato atual — uma softhouse agnóstica, ou seja, que faz games pra tudo que é console). Pra nós, veteranos da guerra de consoles dos anos 90, a Sega representava um dos gigantes do mercado de consoles. Uma força perene na indústria que causou surpresa indescritível quando anunciou sua aposentadoria do mundo do hardware.

Como talvez vocês lembrem, em 2001 a Sega anunciou que estaria se retirando do ramo de fabricação de console. A notícia foi um choque; a primeira coisa que todas as revistas e sites especializados da época esclareceram é que sim, em breve estaríamos presenciando o anátema que é Sonic (e outras franquias da Sega) migrando para todos os outros consoles — incluindo os da Nintendo.

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