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5 crenças sobre SEO que você precisa parar de acreditar

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Se você ouviu algum especialista falando sobre qualquer uma dessas tendências é melhor encontrar um substituto para ele


Se você ouviu algum especialista falando sobre qualquer uma dessas tendências é melhor encontrar um substituto para ele

Os buscadores estão mudando. Que tal mudar suas práticas de SEO também?

Os buscadores estão mudando. Que tal mudar suas práticas de SEO também?

O trabalho de SEO, ou otimização para mecanismos de buscas é o processo de maximizar o número de visitantes de seu site, garantindo que ele apareça no topo da lista de resultados de um buscador.

Estamos em 2014 e o SEO ainda não está morto. Sua morte já foi declarada várias vezes, mas ele nunca vai embora definitivamente.

Ele vai continuar evoluindo, ano a ano, mês a mês, sofrendo mutações e tornando-se irreconhecível para muitos, mas não vai morrer até que os buscadores declarem a sua morte.

Mas é preciso renovar seu arsenal de técnicas de otimização. O que funcionou em 1997 não vai funcionar hoje. E, obviamente, o que funcionou em 2012 não vai funcionar hoje.

Se você quer conseguir um profissional de SEO bom para ajudar nos resultados da sua empresa, é bom aprender a identificar um péssimo profissional.

Assim, separamos aqui 5 tendências de SEO que já passaram, e por isso precisamos parar de acreditar nelas. Se o seu especialista em SEO continuar repetindo essas teclas, assim como fez ao longo de 2013, tá na hora de partir pra outra.

#1. Agradar os Google-bots

Desde o início da humilde indústria do SEO, 2 campos surgiram: o black hat e o white hat.

Para os desconhecidos, a primeira são técnicas destinadas a explorar os buscadores com técnicas que parecem impressionantes, mas depois acabam sendo penalizadas pela próxima atualização do algoritmo.

As recompensas são de curto prazo, na melhor das hipóteses e, as consequências podem ser devastadoras ao longo prazo. A sua empresa pode, inclusive ser banida dos resultados.

É fácil encontrar essas práticas por aí: spam de palavras chave no rodapé dos sites, link farms, dentre outras práticas, apenas para começar.

Mas, grandes sites ainda estão sendo penalizados pelo Google por terem lançado mão de táticas e métodos de SEO duvidosas. Mesmo grandes varejistas, como a JC Penney, têm enfrentado a ação do Google para punir algumas práticas.

As técnicas de white hat, por outro lado, são geralmente as consideradas como práticas éticas fundadas em princípios de marketing.

O investimento pode demorar um pouco mais para fazer efeito, mas os resultados são voltados para o longo prazo. Estas estratégias colocam o cliente – e o seu mercado – em primeiro lugar, e não os buscadores.

O fato é que o verdadeiro foco de todo trabalho de SEO precisa ser o usuário. O que você está fazendo dentro e fora de seu website nunca deve prejudicar a experiência de seus clientes ou a percepção da sua marca.

Fazer coisas para agradar o Google e outros buscadores só vai alienar o seu público e aumentar o seu potencial para uma multa pesada.

Por isso, não deixe que um profissional de black hat, atraia você com promessas de resultados milagrosos a curto prazo e cliques rápidos. Nesse caso, as coisas podem sair pior do que você imagina.

Antes de agradar os buscadores, lembre-se de agradar seus usuários.

Antes de agradar os buscadores, lembre-se de agradar seus usuários.

#2. Sites mobile

Você já deve ter ouvido que o mobile é o futuro e que se você não tiver, ou adaptar o seu site para os dispositivos móveis, você vai sair perdendo.

Brincadeiras à parte, é mais ou menos isso. Embora ainda não seja possível compreender 100% o impacto dos dispositivos móveis sobre a nossa forma de ler e consumir conteúdo, comprar, procurar informações e etc.

Pode ser que nem todo mundo consiga explicar isso, mas Steve Jobs realmente mudou o mundo, e seu comportamento quando inventou o iPhone.

Falando nele, aqui está um fato interessante: ele realmente não gostava do Flash. Ele até escreveu um longo tratado sobre o assunto em 2010.

O fato da Apple ter se recusado a apoiar o Flash em qualquer um de seus dispositivos realmente foi um duro golpe pela plataforma amplamente utilizada pela Adobe. Tanto que a Adobe diz que a Apple matou o Flash.

Com isso, o Flash não se tornou uma tecnologia mobile, o que foi muito ruim para todas as empresas que investiram tempo e dinheiro na criação de conteúdo em Flash para seus sites.

Por essas e outras razões, as diferenças entre a codificação para sites e sites móveis levou a maioria das empresas a adotar uma estratégia de 2 sites: um site com domínio móvel (mobile.dominio.com.br) e uma para exibição em navegadores normais.

Esta estratégia foi concebida para otimizar a experiência do cliente, embora muitos de nós não saibamos que essas versões muitas vezes eram totalmente restritivas ao usuário.

Claro que a velocidade da conexão limita bastante o acesso online pelo celular e, muitas vezes, as pequenas telas não são nem um pouco convidativas para a navegação.

Então, será que não há uma maneira melhor? Sim. É o que chamamos de projeto ágil, e é muito mais interessante do que o desenvolvimento de 2 sites.

O projeto responsivo, ou adaptativo elimina a necessidade de múltiplos sites, que torna o projeto excelente por várias razões:

  • O paradigma mobile ou desktop está ultrapassado e agora temos tablets e dispositivos de todos os tipos e tamanhos.
  • O web design responsivo reage as necessidades do usuário, não importando qual dispositivo ou navegador ele esteja usando. Seus usuários terão a mesma experiência de marca quando visitarem seu website.
  • O Google penaliza o conteúdo duplicado e, com 2 sites com o mesmo conteúdo você pode ser penalizado.
  • O Google também deixou clara a sua posição sobre as estratégias de mobilidade e resultados de pesquisa, apoiando o projeto responsivo.
  • A manutenção de um site (e do trabalho de SEO) é mais barata quando você só precisa realiza-lo em 1 plataforma.

Elimine qualquer ideia ou projeto sobre desenvolver sites separados e pense sobre o projeto de site responsivo.

Quando o profissional de SEO falar sobre mobile friendly, certifique-se que isso significa “capacidade de responder bem aos dispositivos mobile”. E,sobre o Flash, esqueça-o. Lance mão do HTML5 em vez dele.

Como você está se saindo até aqui?

Então, conseguiu identificar o discurso de alguns profissionais de SEO? Infelizmente muitos profissionais usam tendências ultrapassadas e técnicas duvidosas para promover o seu site.

A lista está apenas no começo. Nós vamos listar 5 tendências de SEO que não são mais verdade nos dias de hoje, mas que muitas empresas e profissionais ainda lançam mão na hora de otimizar o site da sua empresa.

O SEO é um trabalho mutante. E portanto, o profissional que cuida desse aspecto do seu website precisa estar sempre reciclado com as melhores práticas de white hat para que você consiga alcançar os resultados esperados.

Enquanto a segunda parte da lista não fica pronta, conte-nos se você já passou por algum apuro no trabalho de otimização de seu site. Compartilhe sua experiência conosco nos comentários.

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Este artigo foi adaptado do original, “5 SEO Trends To Stop Talking About (and Why)”, do Medium.

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