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Chegou a era do hiperconsumidor: o consumidor Centauro


Nessa nova era da hiper-conectividade em que todos podem estar online a qualquer momento e em qualquer parte do mundo, o modo de pensar sobre o consumidor se alterou. Mas quem é esse novo consumidor? Como ele se comporta? O que ele deseja?

Algumas teses definem o novo consumidor como uma pessoa resultante da convergência entre online e off-line. É um “consumidor Centauro”, não se considera um e-consumidor, tampouco pode ser classificado como um consumidor tradicional. São pessoas que buscam exclusividade e personalização, mas também compram produtos de prateleiras. Querem interação social e participam de comunidades virtuais, mas não deixam de se encontrar com os amigos em locais físicos. Desejam opções variadas de canais de compras, têm sede por competitividade de valor e utilizam diferentes meios para obter informações e tomar melhores decisões.

Estes novos consumidores atuam em múltiplos canais sem perda de tempo. Combinam necessidades e comportamentos humanos com novas atividades online. São como o Centauro da mitologia grega – metade humano e outra metade animal, um cavalo correndo com pés rápidos da nova tecnologia e, no entanto, possuindo e mantendo o mesmo antigo e imprevisível coração humano. Esse consumidor é uma combinação do tradicional e do ciber, do racional e do emocional, da comunicação por fio e da presença física

Tal como o consumidor Centauro, que utiliza a tecnologia para tornar sua vida mais dinâmica, o famoso pensador Lipovetsky defende que esta é uma era marcada pela exigência de eficácia e rapidez e pela preocupação obsessiva de ganhar tempo. Dentro desse contexto, surge o “hiperconsumidor”, um indivíduo apressado, para o qual o fator tempo se tornou um referencial interessante.

Essas pessoas desejam a acessibilidade dos produtos, das imagens e da comunicação a toda hora do dia e da noite, há uma valorização de desejos e comportamentos cujos prazeres sensoriais e estéticos resultam no bem-estar. Essas sensações corporais exigem uma temporalidade lenta, qualitativa e sensualista. Tudo isso pode ser uma estratégia destinada a aproveitar melhor outros momentos da vida. Será?

Por Roberta Schaffer, profissional de comunicação pós-graduada em marketing digital pela UFPR com mais de 5 anos de experiência no mercado. Atualmente trabalhando em Londres para a empresa BaseKit.

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