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Como a ciência está ajudando seu cérebro distraído a processar telas num relance


Quantas vezes por dia você dá uma olhada no smartphone? Seja honesto. Em média, este número é 150 vezes por dia. E a maioria dessas interações dura menos de um segundo.

Isso pode mudar à medida que os smartwatches se tornam mais difundidos. Devido ao tamanho, eles se comunicam com você através de pequenos flashes de texto. Por isso, o sucesso ou o fracasso desses dispositivos depende da facilidade em ler de relance. Isso precisa ser feito com perfeita clareza, brevidade e velocidade, o que não é uma tarefa fácil.

Felizmente, alguns cientistas estão estudando como o design afeta a legibilidade, e suas pesquisas estão moldando o futuro das interfaces, e criando a tecnologia para que as leituras de relance sejam tão úteis quanto possível.

De olho na fonte

Nadine Chahine é uma designer de fontes na empresa Monotype, e se concentra na ciência da legibilidade. Bryan Reimer é cientista, trabalha no AgeLab do MIT, e pesquisa a distração causada por gadgets ao dirigir, e o impacto das interfaces para carro nos motoristas.

Juntos, eles estão descrevendo como nossos olhos leem quando estamos distraídos pelo mundo que nos rodeia. “Há, literalmente, a necessidade de desenvolver um guia sobre isso”, Reimer me disse, depois que ele e Chahine deram uma palestra em março intitulada De relance: como as fontes impactam sua vida diária?. “As empresas têm que se unir e apoiar um design com infusão de ciência.”

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Via RSS de Gizmodo Brasil

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