X

Busque em mais de 20.000 artigos de nosso acervo.

Novidades pela net

E-money e as novas forma de pagamento


“Virtualizar um conceito físico. Unir diversas forma de pagamento no ambiente virtual”. Foi assim que Marcos Cavagnoli, VP do BuscaPé, definiu o e-money na apresentação do segundo dia de La Red Innova. Um conceito tão novo ainda traz muita desconfiança dos consumidores, mas Adriana Bello, Gerente de Produtos e Marketing da Paypal, garante que a plataforma é até mais segura do que as formas de pagamento tradicionais: “É mais fácil um cartão de crédito ser clonado em um posto de gasolina do que alguém perder dinheiro no PayPal”.”Se você tem sua carteira roubada, vai ter muito mais trabalho. Se tem isso em eletrônico, é só pedir o iPhone do seu amigo e cancelar”, completou Marcos.

O surgimento de empresas de e-money não é apenas uma facilidade para os consumidores. “A presença do e-wallet não é bom apenas o comprador, mas beneficia imensamente o dono de pequena empresa. Cabe ao e-wallet levar a ele uma série de ferramentas”, explicou Adriana. Mas os empreendedores brasileiros vão ter que esperar. Marcelo Coelho, diretor do Mercado Pago, diz que estamos desenvolvendo tecnologias, mas as previsões dependem da aceitação do mercado e dos consumidores. “No Brasil existem várias iniciativas, mas ainda não tem um Killer Aplication, uma tecnologia que vai despontar”, disse.

“Se você tem sua carteira roubada, vai ter muito mais trabalho. Se tem isso em eletrônico, é só pedir o iPhone do seu amigo e cancelar” – Marcos Cavagnoli

 

Não é só a forma de pagar que está mudando. As novas plataformas de pagamento estão fazendo com que esse processo seja mais que uma parte da venda. Como Matias Fainbrum, gerende de Desenvolvimento do Global Collect, explicou na apresentação seguinte, o pagamento “tem que sair do commodity” para alcançar “uma posição estratégica nas empresas”. Segundo ele, só assim as novidades nessa área vão “agregar valor ao ecommerce”.

No caso do Brasil, as novas formas de pagamento precisam se adaptar a uma realidade específica. Fernando Monteiro, diretor de Desenvolvimento do Cobrebem, afirma que não dá para pensar em comércio (virtual ou não) aqui sem pensar em vendas parceladas. “Só existe venda parcelada na América Latina e, mesmo na Argentina não tem tanto quanto aqui”. Mas só isso não basta: “Você tem que oferecer diversos meios de pagamento. Seus clientes vão cobrar isso de você”, disse Jean Christian Mies, diretor do Adyen na América Latina.

Igor Senra, CEO do MOIP, lembrou de outra grande tendência nas formas de pagamento: a concilicação. O processo, que mostra todas as operações do cartão de forma automática, é complexo para empresas que desejam oferecer o serviço sozinhas, mas está crescendo e tem tudo para facilitar o ecommerce daqui para frente. “Se vocês estão trabalhando com ecommerce, sabem que esse é um processo à parte”, concordou Matias.

 

Via RSS de ResultsON

Leia em ResultsON

Comente este artigo
Comente este artigo

Populares

Topo