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Empresas e redes sociais: 86 dicas twittadas durante o #webexpoforum


Empresas e redes sociais: 86 dicas twittadas durante o Web Expo Forum 2012

Nos dias 12 e 13 de março rolou no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo, o Web Expo Forum 2012, que abordou como tema em sua sexta edição o impacto das redes sociais nas empresas e sociedade. O encontro foi interessantíssimo para medir como as empresas estão enxergando o fenômeno das redes sociais, porém com uma visão “de dentro”, e não necessariamente feita por agências de comunicação.

O que deu para sentir foi que as grandes empresas querem adequar o conceito de redes sociais ao ambiente corporativo, e não investem tanta preocupação em canais como Facebook ou Twitter. Obviamente que tais meios foram citados, mas o que os empresários demonstraram – já que era um evento voltado para esse segmento – é como as companhias podem e devem usufruir dos conceitos, estruturas, interfaces e aplicações para melhorarem os negócios.
O mais interessante foi a posição das empresas. Uma empresa não entra nas redes sociais para ser legal, mas sim para gerar lucros. Mídia social é social, mas também é ambiente de mercado a ser explorado. Tendências como o social commerce e mobile foram exaustivamente citadas como fortes fatores daqui para frente. Porém o principal termômetro foi ver que as empresas não estão aflitas com comentários ou críticas nas redes sociais. Grandes corporações estão, de fato, preocupadas é com a forma de lidar com o gigantesco volume de dados que só cresce no mundo todo.
Estamos na era do Big Data e é crucial para as empresas conciliarem uma forma não apenas de armazenar essas informações, mas como analisá-las e transformá-las em oportunidades de negócio. Como foi dito, dados são dinheiro e há pesquisas que apontam que empresas de cartões de crédito conseguem prever um divórcio com até dois anos de antecedência apenas com a análise e o cruzamento de dados do casal. A era digital, para as empresas, não foca necessariamente só o social. Foca o social e, principalmente, como ele pode gerar bons negócios.
Abaixo selecionamos alguns tweets publicados durante a nossa cobertura do evento. Pela velocidade das postagens, era quase impossível dar créditos a todos posts. Estão mesclados falas dos palestrantes, insights e opiniões do blog. 
  1. Há uma transformação inevitável no modo como as empresas devem atuar. Estamos na sociedade da colaboração;
  2. Ao contrário da intranet, a rede social colaborativa tem um diálogo aberto, é colaborativa e tem maior nível de atualização;
  3. Antes o consumidor ia até a empresa; hoje é a empresa que deve ir até o consumidor. Precisamos de uma cultura colaborativa na empresa;
  4. A empresa precisa entender mais de pessoas e menos de tecnologia e integrar esse conhecimento ao processo de gestão;
  5. A empresa está pronta para um ambiente de rede social? Pense em capacitação e engajamento;
  6. As pessoas entram nas redes sociais para se relacionarem, não para comprarem algo. Então, como vender nas redes sociais?;
  7. Apesar das pessoas não comprarem pelas redes sociais, as empresas sabem da importância da moeda da “recomendação”;
  8. Muitas empresas já se baseiam nessas recomendações para formularem estratégias para as lojas físicas;
  9. Os preços do “mundo físico” são pautados pelo online. O maior concorrente do Walmart é a Amazon, e não outro varejista;
  10. São as pessoas que direcionam o comércio social e não as marcas;
  11. Você não toma um café pelo Facebook. Você curte a marca, vira fã e vai até a loja física comprar;
  12. Deixe o usuário com poder para promover o seu produto entre seus amigos e jamais faça spam no Facebook;
  13. Social commerce por ser feito dentro do seu site e não necessariamente só no Facebook. Deve haver um casamento entre plataformas;
  14. As primeiras marcas a adotarem o Open Graph ganharam de 50% a 300% de tráfego em seus sites;
  15. Case da KLM que usava o Foursquare e cruzamento de dados para presentear clientes no aeroporto de Amsterdam;
  16. O passageiro dava check-in no aeroporto e de repente uma funcionária da KLM lhe dava um brinde baseado no cruzamento de dados;
  17. O Facebook estaria se tornando uma web dentro da web? A rede investe para que você não precise sair mais dela?;
  18. Não basta criar um canal de venda nas redes sociais. É preciso oferecer um ambiente favorável para o engajamento do usuário;
  19. Sua empresa deve ser útil nas redes sociais antes mesmo de levar o usuário para esse ambiente;
  20. Mais do que conteúdo de qualidade, o conteúdo deve ser personalizado; combinação de dados tradicionais com dados de perfis sociais;
  21. Qual é o coração e a alma da sua empresa? A Apple tem inovação e a Disney tem mágica. E a sua empresa?;
  22. Marcelo Coutinho, do Terra, já ganhou o meu respeito: audiência não é influência;
  23. Métricas de redes sociais não são métricas de mídias. Qual é o valor de um like ou de um seguidor?;
  24. A sociologia estuda e analisa as interações em redes sociais desde 1896;
  25. Se a sua empresa possui poucos seguidores, mas com conexão mais densa, sua mensagem se espalhará de forma mais eficiente;
  26. Métricas de audiência e métricas de interação devem caminhar de forma complementar;
  27. As empresas estão nas redes sociais pelo simples fato de que os clientes estão nas redes sociais;
  28. A mídia social é a fonte de informação cuja confiança mais cresce no mundo. O crescimento foi de 75%;
  29. As empresas não estão nas redes sociais para serem legais, mas para gerarem lucros;
  30. Analisando o engajamento nas redes sociais >> MAPA = monitorar, analisar, posicionar e agir;
  31. A questão é traduzir os dados disponíveis na rede e transformá-los em negócio;
  32. Não existe digital sem dados, afirma Eduardo Bicudo, presidente da Wunderman;
  33. É a tecnologia que influencia o consumo ou é o consumo que impulsiona o desenvolvimento tecnológico?;
  34. Quando os consumidores são expostos a ofertas de e-commerce através da curadoria de amigos nós temos o social commerce;
  35. Pesquisa da Nielsen: as propagandas mais confiáveis são as recomendações de amigos;
  36. Em segundo lugar ficam as opiniões geradas pelos consumidores online;
  37. Até 2015 a projeção é de 30 bilhões para o F-commerce. As pessoas têm mais potencial de alcance do que as marcas;
  38. 81% dos usuários estão fora dos Estados Unidos, mesmo as maiores empresas do mundo sendo americanas;
  39. Em 3 anos a China ganhou mais usuários do que o total dos Estados Unidos;
  40. Ainda vivemos na base do computador pessoal. O Windows ainda domina;
  41. Mercado mobile: 5.6 bilhões de celulares comuns e 855 milhões de smartphones no mundo;
  42. 85% da população mundial está coberta por sinal wireless comercial;
  43. Em 60 segundos temos 1,500 posts em blogs, 10 mil comentários no Facebook e 700 mil buscas no Google;
  44. Os dados valem mais do que dinheiro. Mais uma vez é transformar dados em oportunidades de negócios;
  45. A combinação de tecnologia com um design amigável tornou-se uma tendência irreversível;
  46. É a velha história: não adianta bloquear redes sociais no trabalho. Se o funcionário quer perder tempo ele acha outra coisa;
  47. O ambiente corporativo vê as redes sociais como algo além do Facebook, estudam formas, interfaces, estruturas e conceitos;
  48. As empresas usam o conceito de redes sociais de forma integrada com as estratégias de negócios no ambiente corporativo;
  49. O conceito de redes sociais nas empresas vai além de perfis no Facebook, como a utilização de ferramentas colaborativas;
  50. Para integrar redes sociais no ambiente da empresa deve-se ter em mente como aquele conceito irá ser útil para a empresa;
  51. A integração de TI com redes sociais tem por base o conceito de uma estrutura aplicado a uma ferramenta corporativa;
  52. O que a TI precisa ter em mente: criar uma estratégia de ponta a ponta; tirar proveito das redes sociais;
  53. Aumentar a inovação corporativa e a produtividade do colaborador; integrar redes sociais para maximizar o valor de negócio;
  54. E por fim medir a efetividade das redes sociais nessas ações (ROI);
  55. O que foi unanimidade de importância aqui no evento: Big Data. Não só armazenar, mas como analisar os dados;
  56. Volume, variedade e velocidade. Os 3 Vs do Big Data;
  57. A explosão de dados atinge mais os diretores de marketing do que as próprias redes sociais;
  58. Big Data trata-se de entender o comportamento humano. Ótima conceitualização;
  59. Redes sociais, social CRM, social BI e Big Data são desafios em comum para o marketing e tecnologia;
  60. O perfil do profissional de TI deve ir além do técnico, deve ter conhecimento aplicado ao negócio da empresa inovação;
  61. O conceito de ROI vem de uma sociedade industrial, porém estamos em uma sociedade digital;
  62. Relacionamentos são emocionais, não racionais. A venda deve ser consequência, não causa;
  63. Para otimizar o retorno na era do relacionamento, o principal não é o meio e sim o comportamento;
  64. Nepomuceno já dizia: mais do que tecnologia, as empresas precisam de uma cultura digital;
  65. Muito se falou sobre ir além das métricas estabelecidas atualmente. Trabalhe o ROI – retorno sobre influência;
  66. Ver, agir e engajar para ser vista no ambiente digital, gerar reação do cliente e criar um engajamento;
  67. O caso dos balões da Heineken gerou 10 mil likes em 6 horas, 200 mil visualizações em 12 horas e 500 mil pessoas foram impactadas;
  68. 64% dos profissionais de marketing estão integrando social media em seus negócios;
  69. Curtir uma marca não significa que o usuário irá virar cliente, mas aliando engajamento isso é possível;
  70. Social media reduziu significativamente os custos do marketing. Concordam?;
  71. A economia que sempre dependeu de máquinas está dizendo que precisa de cérebros;
  72. As empresas estão chegando de terno e gravata nas redes sociais e ainda não perceberam que lá a conversa é mais informal;
  73. Social business catalisa redes de pessoas para criar valor para o negócio;
  74. 74% das empresas estão integrando web 2.0 nas interações com os clientes;
  75. 71% das empresas estão integrando web 2.0 nas relações com parceiros e fornecedores;
  76. Social business terá um impacto tão grande quanto foi o e-commerce para as empresas;
  77. Precisamos utilizar o conceito de redes sociais dentro do ambiente corporativo, indo além de Facebook e Twitter;
  78. A IBM tem 72 mil comunidades e mais de 21 mil blogs, além de wikis, profiles e outros tipos de projetos;
  79. Cada vez mais o consumo de mídia será individual, você irá personalizar o que quer consumir;
  80. O conteúdo não tem mais dono. Todos se beneficiam do conteúdo produzido por todos;
  81. Como lidar com um mundo onde a transparência é maior? Empresas e pesssoas precisam lidar com isso;
  82. Nem sempre a solução do problema é a solução. Muitas vezes as pessoas só querem ser ouvidas;
  83. O celular será, em breve, a primeira mídia. É mais fácil e barato ter um celular;
  84. A importância da manutenção e do gerenciamento de comunidades online;
  85. Apps pessoais e personalizados criados pelos usuários para suprir necessidades específicas será cada vez mais comum;
  86. Mais importante do que entrar no mercado mobile é saber o motivo de entrar nesse mercado. O que o seu cliente prefere?.
Por Cleyton Carlos Torres, jornalista e blogueiro.

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