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Growth Hacking

Você não quer ser um marqueteiro

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Acredite, você pode estar buscando as habilidades erradas para ser a pessoa certa.


Você quer ser um marqueteiro? Pense de novo e conheça o Growth Hacker – o marqueteiro killer.

Desculpe, o seu trabalho de marketing está se tornando obsoleto.

Esse diploma de comunicação pode ter sido um mau investimento. Os livros de negócios que você lê estão desatualizados. O estágio que você fez naquela empresa de relações públicas te ensinou muitas coisas erradas.

É, pode parecer que está tudo bem. Você escuta falar em quanto dinheiro pode fazer, o quanto as empresas de marketing cobram de seus clientes e como você pode ser bem sucedido se seguir esse caminho.

No fundo, as pessoas querem se tornar como Don Draper, Nizan Guanaes ou um ídolo novo da propaganda. Só que estamos cultivando os ídolos errados.

Porque um bando de nerds que não se preocupam com festas ou celebridades, carros pretos ou revistas de negócios, basicamente reinventaram o marketing na nossa frente e ninguém percebeu.

Eles levaram o melhor do marketing direto, marketing de marca e uniram isso ao desenvolvimento de produtos e codificação, criando algo totalmente novo.

Esses caras são chamados growth hackers. Eles construíram o Facebook, o Twitter, o Airbnb, o Dropbox, o Instagram e um monte de outras empresas de bilhões de dólares, usando técnicas que não se aprendem na escola.

Eles construíram marcas sem pensar em branding.

Seus nomes? Sean Ellis, Josh Elman, Chamath Palihapitiya, Noah Kagan, Aaron Ginn, Dan Martell, Micah Baldwin.

Todos eles são growth hackers. Não havia um marqueteiro tradicional ou uma empresa de marketing tradicional à vista nas fases cruciais dessas histórias de sucesso.

Claro, o marketing desses caras realmente não se parecem com o marketing tradicional. Na verdade, alguns podem chamar isso de desenvolvimento de produtos ou engenharia.

Mas a realidade é que funcionou.

Se ele cria uma marca, é marketing, relações públicas e publicidade. Simples assim.

Rastreável, escalável, flexível, criativo, estes são os ativos necessários em um mundo onde novas plataformas são criadas a cada 2 meses e mudam a forma como os clientes reagem.

Você precisa de uma nova mentalidade, mas o marketing ultimamente foi visto como um kit de ferramentas.

Growth hacking é uma mentalidade.

Growth hacking é uma mentalidade.

Isso não quer dizer que ninguém precisa de marketing tradicional nos dias de hoje. As grandes e tradicionais empresas existem e continuarão a existir.

Assim, o marketing tradicional não é um ativo. Não é a carreira certa, a menos que você esteja tentando gastar seu tempo perseguindo as métricas de vaidade que seus gerentes e clientes solicitam que, no fundo você sabe que não funciona.

Essa situação não tem um culpado. Mas infelizmente afeta a maneira com que o mercado pensa em marketing.

Você AINDA pode encontrar um mentor, estudar essa nova ciência e dominá-la. Você pode escavar um novo nicho para você, porque AINDA somos jovens o suficiente para mudarmos.

Verdade seja dita, o growth hacking está mudando o cenário do marketing, da publicidade e das relações públicas.

O growth hacking, sua mentalidade e técnicas está mudando a maneira como os filmes são vendidos, como os livros são feitos, como marcas são construídas, como uma celebridade é criada. Ele está reconstruindo o marketing a partir do zero.

Agora, neste momento, você tem uma escolha: jogar fora as velhas táticas e métodos que têm basicamente mais de 100 anos de idade e pegar o trem logo. Ou, pode continuar fazendo o que faz e para ser surpreendido quando tudo desabar gradativamente nos próximos anos.

E, aí, o que você vai fazer a respeito?

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Este artigo foi adaptado do original, “You Don’t Want to Be a Marketer”, do Medium.

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